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Realizou-se hoje a ação de formação “Badminton na Escola – partilha de experiências pedagógicas” organizada pela APEF Viseu e com a colaboração do formador Eduardo Jorge Ferreira.
A todos os participantes (23), o nosso obrigada pela vossa partilha de experiências e esperamos ter contribuído para o vosso enriquecimento profissional.

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O ministro da Educação afirmou hoje que o Governo sempre acreditou “não existirem áreas curriculares periféricas” e, nesse sentido, o decreto-lei em consulta pública “valoriza a educação física como disciplina central” nos currículos do ensino básico e secundário.

Governo valoriza educação física como disciplina central no secundário

Sempre dissemos que valorizávamos as expressões físico-motoras e nesse sentido valorizamos as expressões físico-motoras no 1.º ciclo. E também acreditando que não existem áreas curriculares periféricas, o decreto-lei valoriza a educação física e o papel da educação física”, afirmou Tiago Brandão Rodrigues a jornalistas no Porto.

Para o ministro, o decreto-lei, que está em consulta pública, “valoriza a educação física como disciplina central dos currículos, no ensino básico e secundário”.

O ministro referiu-se ao decreto-lei aprovado pelo Governo no dia 05 de abril, que dá “visibilidade à autonomia e flexibilidade curricular” e que “está agora em consulta pública”.

De acordo com o decreto-lei, as escolas vão poder gerir como quiserem um quarto do seu tempo de funcionamento, adaptando os espaços, atividades e métodos aos seus projetos curriculares próprios.

A introdução no currículo da área de Cidadania e Desenvolvimento e a possibilidade de alunos de cursos e vias diferentes trocarem disciplinas são outras das medidas previstas.

Com esta valorização das “expressões físico-motoras”, a nota a educação física passará também a contar para a média no ensino secundário.

No dia 22 de março, no auditório da Escola Superior de Educação de Viseu, debateu-se, entre profissionais de Educação Física da região, a problemática da Avaliação na Disciplina de Educação Física – desafios atuais e futuros.

Coordenada pelo CNAPEF, esta iniciativa teve como finalidades:

Partilha, entre professores, de práticas de avaliação na Educação Física, condicionamentos atuais a essas práticas e sugestões para ultrapassar esses condicionamentos,

Identificar necessidades de desenvolvimento profissional dos professores de Educação Física.

Como convidados para o painel de debate estiveram presentes:

– o presidente do CNAPEF, Dr. Avelino Azevedo, que apresentou o enquadramento e desenvolvimento político relativo à qualificação da disciplina de educação física no ensino básico e secundário;

– o Dr. Rui Costa, professor da Escola Secundária Viriato e membro da Direção da APEF de Viseu, que partilhou com os presentes as práticas de avaliação na disciplina de educação física na escola onde exerce funções;

– o Prof. Doutor Abel Figueiredo, professor no Departamento de Ciências do Desporto e Motricidade da Escola Superior de Educação de Viseu, que prelecionou sobre o paradigma da avaliação em educação física.

– a presidente da APEF Viseu, Dra. Helena Figueiredo como moderadora.

Neste debate estiveram presentes quarenta e dois professores dos grupos 260 e 620, que refletiram sobre esta temática e partilharam as respetivas experiências e opiniões

O entusiasmo das participações dos colegas de Educação Física foi muito grande.
As grandes conclusões prenderam-se com a necessidade de paridade da classificação da disciplina de Educação Física relativamente às outras no que respeita aos cálculos das médias do Ensino Secundário e das médias de acesso ao Ensino Superior, retirando a injustiça do 137/2012.
Robusteceu-se ainda com o debate das boas práticas sobre os procedimentos de avaliação na disciplina de Educação Física, principalmente no que respeita à alocação percentual das diferentes componentes, como sejam os ganhos e aprendizagens ao nível da Aptidão Física, das modalidades de Atividades Físicas e Desportivas e das Atitudes e Valores dos alunos.

Elogiaram-se os procedimentos de avaliação formativa em toda a escolaridade básica e secundária, tendo também sido dada relevância aos procedimentos das provas de aferição que este ano se concentrarão nos 2º e 8º anos, e tendo-se debatido a problemática da Educação Física na Educação de Infância no 1º ciclo do Ensino Básico, sendo o posicionamento do CNAPEF e da APEF Viseu não compatível com os modelos de monodocência que se têm mostrado difíceis de implementar.
A adesão dos professores de Educação Física a este debate, a participação ativa e a pertinência das suas intervenções assim como a partilha de experiências e a preocupação crescente com o sucesso educativo dos alunos, permite-nos concluir que esta iniciativa foi um sucesso.

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Esta iniciativa, que surgiu de uma proposta apresentada e aprovada na última Assembleia Geral do Conselho Nacional de Associações de Professores e Profissionais de Educação Física realizada em janeiro de 2018, tem como finalidades:

Partilha, entre professores, de práticas de avaliação na Educação Física, condicionamentos atuais a essas práticas e sugestões para ultrapassar esses condicionamentos, entre outros assuntos relacionadas com a avaliação da Educação Física com referência ao currículo formal da disciplina.
Identificar necessidades de desenvolvimento profissional dos professores de Educação Física com vista ao reforço e desenvolvimento de sistemas de avaliação de aprendizagens dos alunos nesta disciplina com carácter eminentemente formativo e com a capacidade de promover e certificar o desenvolvimento do currículo na lógica do Perfil do Aluno à saída dos 12 anos de escolaridade obrigatória.

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No dia 3 de março de 2018, realizou-se na Escola Básica Dr. Azeredo Perdigão, a ação de formação “Andebol na escola” – partilha de experiências pedagógicas”, organizada pela APEF Viseu.

Participaram treze formandos que contribuíram para uma dinamização ativa e divertida da ação. A todas e todos o nosso obrigada.

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